Este pequeno ciberespaço é direcionado a comentários do dia-a-dia, reflexões, agradecimentos, desabafos e muitas cositas más...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Que MP da grilagem que nada!
E pode ser acessa no link a seguir:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11952.htm
sábado, 27 de junho de 2009
Blog "Amazônia pra quem?"
quinta-feira, 25 de junho de 2009
MP 458 (enfim mesmo...)
MP 458 (enfim...)
Amazônia no UOL (MP 458)
Lula sanciona MP da Amazônia, mas veta transferência de terra a pessoa jurídica...
link:http://joaoforest.blogspot.com/2009/06/amazonia-no-uol-mp-458.html
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Giovanni Queiroz pede que Minc se demita...
Entre outras coisas, Giovanni citou que um cidadão que diz o que não pensa não deveria ser Ministro e o mais correto seria ele sair dali e pedir demissão de seu cargo...
As colocações do Deputado referem-se ao eventos nos quais Minc teria chamado os ruralistas de "vigaristas" (durante manifestação da CONTAG) e logo após, com os desdobramentos de sua fala desastrada o Ministro teria pedido desculpas...
A seguir o link com mais informações
http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=136667
terça-feira, 23 de junho de 2009
Senadora Kátia Abreu
Deliciem-se com o show de sensatez...
http://blogdovalmutran.blogspot.com/2009/06/caixa-dos-grilos-e-o-olho-do-satelite.html#comment-form
Ninguém sabe – Mais uma sobre a farsa do ‘aquecimento global’ de causas humanas
Em 2007, K.Trenberth, meteorologista do IPCC, disse que "não há previsões climáticas feitas pelo IPCC. E nunca houve". Mas os xamãs dizem que há "consenso científico" sobre a influência do CO2 no clima, o que fez R. Lindsay, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA), dizer: "Chegaram ao consenso antes de a pesquisa ter começado".
Em janeiro de 2008 nevou em Bagdá e isso não ocorreu em todo o século 20 no mesmo ano e no atual, nevou na Síria, na Turquia, na Grécia e em grande parte da Ásia.
Na Europa e nos EUA o inverno é inclemente e nevou nos desertos de Mojave e de Las Vegas. Nada disso foi previsto pelos xamãs e videntes do IPCC, que, há 20 anos, fazem "projeções climáticas" para 20 ou mais anos depois. Mas o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) previu as enchentes de Santa Catarina com acerto e uma semana de antecedência. A frase é de Mark Twain: "Clima é o que esperamos tempo, é o que recebemos".
Há hoje apenas uma prova do "aquecimento antropogênico": os computadores do IPCC e adeptos.
É certo que a quantidade de CO2 no ar cresce muito tempo depois de a temperatura aumentar. Satélites e sondas meteorológicos também comprovam que, nos últimos 13 anos, a temperatura ficou estável nos dez primeiros e caiu nos três últimos.
O clima na Terra muda há bilhões de anos e a temperatura sobe há uns 20 mil, desde o fim da Era Glacial, quando uma enorme parte do hemisfério Norte esteve sob uma camada de gelo com mais de um quilômetro de espessura e o nível dos oceanos era uns 150 metros inferior ao atual.
Se não existe a teoria do clima, que modelos climáticos os videntes do IPCC processam nos seus supercomputadores? Um estudo de Koutsoyianis e outros autores, de 2008, confirma que "o desempenho dos modelos é fraco em escala de 30 anos (...) as projeções não são confiáveis e o argumento comum de que o seu desempenho é melhor em larga escala não tem fundamento".
Em 2007, K.Trenberth, meteorologista do IPCC, disse que "não há previsões climáticas feitas pelo IPCC. E nunca houve". Mas os xamãs dizem que há "consenso científico" sobre a influência do CO2 no clima, o que fez R. Lindsay, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA), dizer: "Chegaram ao consenso antes de a pesquisa ter começado".
O que significam então os fatos mencionados no primeiro parágrafo? Só os pobres em espírito sabem. É ainda impossível provar se a Terra aquece ou esfria ou se começou a nova Era Glacial anunciada nos anos 1970 por atuais videntes do IPCC.
O clima depende de fatores físicos, químicos, geológicos, biológicos, oceânicos, glaciais, astronômicos e astrofísicos, mas eles garantem que o CO2 é o responsável e citam sempre dois estudos do século 19, de Fourier e Arrhenius, ambos sem validade científica atual e com muitos erros, mas por eles reverenciados com enternecido fervor religioso.
O artigo de Fourier é uma exposição literária, sem uma só equação e com muitos erros conceituais, apesar de não ter sido assim àquela época.
Arrhenius errou ao calcular a temperatura da Terra se não existisse o CO2 no ar e ao atribuir as eras glaciais à diminuição desse gás prático, disse que a sua teoria só poderia ser contestada se provassem que a retirada do CO2 não esfriaria a Terra e assim deu o mote para o "sumo sacerdote do aquecimento", o norte-americano Al Gore: "A ciência está feita". Quem quiser que prove o contrário.
O IPCC desconhece o que fez o físico meteorologista C.T.R. Wilson, inventor da "cloud chamber" -câmara de nuvens-, com a qual pretendia reproduzi-las em laboratório ganhou o Nobel de Física de 1927 porque a câmara possibilitou comprovar muitas previsões das teorias da relatividade e quântica. Wilson é o precursor dos importantes estudos sobre o clima no Instituto de Pesquisas Espaciais da Dinamarca e no Cern.Às mudanças drásticas no clima ocorridas nos últimos 10 mil anos são atribuídos os colapsos das civilizações acadiana (Mesopotâmia, 2200 a.C), maia (Mesoamérica, há 1.200 anos) moche (Peru, há 1.500 anos) e tiwanaku (Bolívia/Peru, há mil anos).
Tudo isso ocorreu sem um grama do CO2 "antropogênico" no ar. Nem a devastação de cerca de 400 mil quilômetros quadrados nas pradarias dos EUA e do Canadá ("dust bowl", 1930 a 1936) é fruto desse gás, pois foi causada pela seca e o mau uso da terra.
Aos cultores dessa ciência climática vudu, sem teoria nem comprovação experimental, restou fazer ameaças, frases feitas e reuniões estridentes no Rio, em Bali e em Poznam para salvarem a Terra. E ungir mais um sumo pontífice, o barão Stern of Brentwood, que, na Oxonia Lectures de 2006, fez a cândida confissão: "Em agosto ou julho do ano passado, eu tinha uma ideia sobre o efeito estufa, mas não estava seguro".
Meses depois, sacramentado como sábio pelo governo inglês para elaborar o relatório Stern, um cartapácio de 700 páginas, quer fortalecer o ecoterrorismo. O barão veio a esta Terra dos papagaios e causou enorme sensação, apesar da sua sabença oca.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
ONGs estrangeiras usam "bois da Amazônia" para atingir BNDES
domingo, 21 de junho de 2009
Pesquisador defende benefícios do desmatamento e irrita ambientalistas (Fonte: Agência Brasil)
por Luana Lourenço
Goiás (GO) - Em uma apresentação que causou polêmica, o pesquisador e ex-diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Eustáquio Reis, defendeu hoje (20) os benefícios do desmatamento e incomodou ambientalistas que formavam a plateia de debates do fórum sobre meio ambiente, realizado paralelamente às atividades culturais do 11° Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica).
Doutor em economia, Reis começou sua apresentação argumentando que não se pode falar em meio ambiente sem levar em conta as vantagens econômicas do desmatamento. Segundo o pesquisador, na maioria das vezes há relação direta entre devastação e ganhos econômicos, como no norte de Mato Grosso, região que enriqueceu com base na produção de soja em larga escala. “O desmatamento não tem só custos. Tem benefícios. É fundamental ter noção dos benefícios”, destacou. “As estradas são vistas como demônios na Amazônia. Não é assim. Alguns efeitos podem ser minorados. E seria criminoso com os produtores e com o país negar oportunidades mais competitivas de transporte”, acrescentou.
O pesquisador chegou a ouvir da platéia que sua apresentação era “simplista” e com falhas na análise de gráficos e dados científicos. Reis argumentou que, em nome da garantia de bem-estar das futuras gerações, a sociedade não poderá abrir mão do avanço sobre áreas ainda preservadas para expansão da produção agropecuária. “Não creiam que teremos que abdicar da soja e do gado”, disse. Para ele, a estabilização do desmatamento da Amazônia em cerca de 40% seria razoável. Atualmente, a área desmatada do bioma é de cerca de 15% do total.
O pesquisador questionou o falso consenso em torno do desenvolvimento sustentável e provocou os ativistas ao dizer que o desmatamento quase total da Mata Atlântica em São Paulo “não trouxe nenhuma consequência mais drástica” para o estado ou para o país. “Pergunte aos italianos, aos japoneses, aos que vieram para o Brasil se eles se arrependeram de ter desmatado”, provocou. Reis ainda apontou a existência de interesses internacionais na conservação da Amazônia como sumidouro de carbono para reduzir os impactos das mudanças climáticas e questionou o cenário que prevê a transformação da floresta em savana por causa do aquecimento do planeta. “Os modelos que previam mais chuvas para a Amazônia foram cortados. É um jogo de cartas marcadas. Essa idéia de savanização é até irônica. Se tivermos garantia de savanização da Amazônia, então o melhor é aproveitá-la logo antes que se torne improdutiva”.
Diante dos ânimos exaltados da platéia em reação às idéias de Reis, o coordenador do fórum, professor Laerte Guimarães Ferreira, do Instituto de Estudos Socioambientais da Universidade Federal de Goiás, contemporizou e disse que a discussão sobre meio ambiente “não deve ser maniqueísta”, com representantes do bem e do mal. “Temos que tomar consciência da crise ambiental que vivemos, mas não existe bem e mal nessa discussão. São questões complexas do ponto de vista econômico, científico e de políticas públicas”, ponderou.
Link: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/06/20/materia.2009-06-20.1055402194/view
sexta-feira, 19 de junho de 2009
MP458 (Agora parece que vai...)
sábado, 13 de junho de 2009
As coisas como deveriam ser.
Sempre que acesso a internet procuro ler jornais, notícias, ver coisas relacionadas a tecnologia, preços de notebooks (uma aficção) e LER BLOGS que considero interessantes e com conteúdo. Às vezes o acesso é despretensioso (como o de agora) e sem um fim específico. Porém, como uma mão que nos tras à tona, algumas notícias, reportagens ou postagens nos fazem refletir e dão uma imensa vontade de dizer alguma coisa. Foi o que aconteceu agora…
Lendo a postagem “MPF e ONGs: complô para destruir as atividades econômicas do Pará” publicada no Blog do Val-André, senti aquela coceira nas mãos de quem tem vontade de escrever. Lembrei dessa região aqui (Sul e Sudeste do Pará – Futuro Estado de Carajás) e de tudo que aconteceu até os dias de hoje, no País, no Pará, nessa região… e fiquei me indagando a respeito de algumas coisas tão corriqueiras aqui, como a abertura da Transamazônica, a chegada nos até então não paraenses e das políticas de Governo da época. E como não pensar nisso, lendo a postagem citada se tudo que foi dito refere-se a tempos idos? Impossível…
Pra começo de conversa, até o início da década de 70 por aqui havia poucas pessoas, apenas alguns corajosos extrativistas que viviam basicamente da caça, da coleta da borracha e da coleta de castanha. Após o começo das obras da Rodovia transamazônica, BR-230, em outubro de 1970, as coisas começaram a caminhar para o que é hoje. Neste ínterim, acontecia também o Projeto Radam que muito contribuiu para o que sabemos hoje da região. Até hoje os mapas do Radam são utilizados como base de estudos geológicos, florestais, pedológicos.
Vivia-se neste tempo o jargão “INTEGRAR PARA NÃO INTREGAR” pois já naquela época, “olhos” exteriores vislumbravam essa região com ganância. Isto foi estancado pelo governo militar com sua política de integração (talvez o maior legado da época). Com o advento da BR-230, dos PIC’s, e dos CEDERES, a região recebeu uma grande quantidade de imigrantes de todos os rincões desse País, que por aqui ficaram para colher os sonhos plantados e ocupar a terra prometida. Prometida sim, porque o governo dizia: “Ocupa 500 alqueires e cultiva que eu te dou mais 500 de mata”. E assim foi feito. Nordestinos, Mineiros, Paulistas, Goianos, Gaúchos e até mesmo Paraenses vieram, ocuparam, plantaram e ficaram. Colheram sonhos, tiveram filhos... Mataram onça e cobra e também morreram atacados de malária, bichos e outras doenças tropicais. A Lei ambiental da época era o moderníssimo Código Florestal Brasileiro (LEI Nº 4.771, DE 15 DE SETEMBRO DE 1965.). Agora imagine-se: Se ainda hoje os anseios dos agricultores e produtores não são ouvidos já pensou em 1965? Quando não tinha ninguém pra gritar?..
O que chateia muito hoje é ver que mesmo depois de tudo isso, quem está aqui a muito tempo, não tem quase voz, e tem que ficar submetido a opiniões de meio mundo. Fico extremamente IRRITADO quando vejo uma meia dúzia de gringos falando disso aqui como se fosse o quintal da casa deles. Aqui NÃO É! Aqui é NOSSA CASA e quem deve decidir o que fazer SOMOS NÓS. Não podemos ficar aqui à mercê do interesse de organizações internacionais (governamentais ou não) que defendem coisas escusas e em causa própria. Não se pode permitir que legislem a nosso respeito sem conhecimento de causa. Nossas lideranças políticas devem ser implacáveis na defesa dos interesses da nossa região.
Devemos querer um País e uma Região iguais em importância e valor. Queremos preservar a Amazônia, mas também queremos preservar a Mata Atlântica, o Cerrado, o Pantanal e os Pampas, sem que isso prejudique o desenvolvimento humano e a sustentabilidade desses biomas. Queremos uma Reserva Legal igualitária que possibilite aos que moram aqui em cima o mesmo grau de desenvolvimento dos que moram no centro e sul do Brasil.
Queremos apenas igualdade de condições, sem interferências obscuras de ONG’s internacionais nem de políticos que olham apenas seus narizes, pois aqui também somos Brasil.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Adeus TIO ALBERTO...
Me considero uma pessoa espiritualizada e em paz com meu coração e com os anjos e demônios que temos para nos ajudar e enfrentar todo santo dia, mas as perdas, eventualmente nos pegam de surpresa e nos arrebatam. Escrevo tudo isso porque hoje pela manhã uma pessoa muito querida se foi. E se foi de uma forma que só ele mesmo pra ter acontecido isso… Foi feliz e rindo, como bem me lembro dele.
O TIO ALBERTO era um cara único, com características únicas e humor implacável. Era capaz de arrancar sorrisos até mesmo nas horas mais imprópias (como o fez agora, em sua morte), pois consta que veio a falecer após passar um café e contar uma piada, coisa que ele fazia como ninguém (contar piadas). Sempre muito protetor e preocupado com os seus, criou vínculos que iam muito além de Tio com meu grande amigo João, e isso, pela amizade toda, acabou me contagiando também, a ponto de só chamá-lo de TIO ALBERTO, mesmo sem qualquer vínculo com ele… E era assim, TIO ALBERTO e a Tia Maria (que mesmo sofrendo agora, ainda tem boas risadas pra lembrar). Era isso que eu queria externar. Gostava muito (e ainda gosto) do querido TIO ALBERTO. Jamais esquecerei de suas brincadeiras, piadas e tiradas que nenhum outro ser humano seria capaz de fazer, contar e ter como ele.
Que o meu abraço e consternação consiga chegar a todos os familiares. Tia Maria, Alfredo, Dona Angélica, e todos os outros e outras…
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Minha Sogra II (coisas de Marabá…)
Hoje estive com minha sogra… é sempre bom estar lá na casa dela e ver minha esposa extremamente feliz por estar com as irmãs… Mas isso não vem ao caso agora.
O que vou relatar aqui é outro diálogo entre minha sogra e minha esposa o qual foi muito engraçado e envolve um termo bem Marabaense, se não, vejamos:
Elas jogavam dominó na cozinha (minha esposa, minha sogra e uma de minhas cunhadas) enquanto eu via TV na sala com outra cunhada. Certa altura do jogo minha esposa falou pra mim: “-Meu amor, aproveita e mostra o teu BLOG pras meninas…”. Nesse momento, minha sogra pulou assustada e falou: “- Mostra o que menina? o BOGA?..”
Precisa falar mais?.. É bom lembrar que aqui em Marabá BOGA quer dizer BUNDA (de forma suave).
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Cair na real…
Talvez um dia, os “ecoloucos” (como bem diz um grande amigo meu), entendam que viver de extrativismo exclusivamente não é tão bom e nem tão viável assim…
O engraçado é que quem mais fala dessas coisas (inclusive os atores da Globo com o “Amazônia para Sempre”) não tem a mínima idéia do que é ter que viver exclusivamente do extrativismo da floresta porque, provavelmente, edificaram suas casas nas grandes capitais do País e quiçá do mundo. A visão ainda é bem romântica.
O ícone Chico Mendes que ficou conhecido no mundo todo por suas ações em prol da floresta habitava próximo a Xapuri-AC. A economia desse município era (e é) baseada no extrativismo da floresta. Há que se considerar que essa atividade pouco tras de recursos (mal para as famílias que o fazem) para as vilas e cidades que dependem dela. Para garantir crescimento é necessário que uma série de outras atividades industriais sejam desenvolvidas para que “circule” dinheiro nas cidades e assim garantam o comércio que por sua vez é grande gerador de empregos. Sem essas molas funcionando, tudo para…
Digo isso e faço essas colocações porque isso me veio a cabeça quando li a notícia a seguir (veja o link)
http://www.amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=314721
Quem tem razão afinal, o interesse internacional ou os moradores (comumente chamados de grileiros) da região?
terça-feira, 9 de junho de 2009
Enfim um pouco de lucidez...
sábado, 6 de junho de 2009
Bati Meu Carro!
Minha querida esposa estava comigo, mas tudo bem com todos...
O único tipo de prejuízo é financeiro... menos mal...
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Grileiros? Uma reflexão...
O jargão mais utilizado pelos que são contra a MP 458 é o de que muitas terras que estão na mão de grileiros serão regularizadas, que isto vai beneficiar oportunistas, que o Estado brasileiro vai estar legalizando ocupações ilegais e que empresas e grandes grupos serão beneficiados.
Pensando aqui cá com meus botões me faço a seguinte pergunta: "Quem é grileiro?” Será que as pessoas que usam tão corriqueiramente essa palavra, que virou adjetivo para um monte de gente que mora aqui, sabem o real significado da palavra? Então vamos lá, De acordo com o Dicionário Aurélio, GRILEIRO [De grilo + -eiro.] S. m. Bras. RJ SP GO MT 1. Indivíduo que procura apossar-se de terras alheias mediante falsas escrituras de propriedade: &
Então, estamos falando ESPECIFICAMENTE de pessoas que usam de papéis falsos para se apropriar de terra pública. Cabe ressaltar que se tomarmos o significado da palavra por pessoa que detém posse em terra pública sem documentos, que com certeza é o que a maioria das pessoas que fala da região pensa, aí estaríamos falando de todo mundo que mora aqui, pois se voltarmos ao passado e pensarmos um pouco, ninguem que mora aqui na Amazônia (e no Sul e Sudeste do Pará mais especificamente) é grileiro, pois quando veio pra cá, não tinha o “papel” na mão e ainda mais, veio por incentivos do Governo. Mais um ponto, todos que moram na região (moram mesmo) quando chegaram aqui foram, de uma forma ou de outra, grileiros, pois não detinham títulos de quaisquer espécie. Lembra-se que a já se vão passados uns 20 anos sem que o INCRA (responsável pelas terras federais) emita um título.
Devemos saber separar o joio do trigo…
O Bôbo da Corte...
Acompanhando o noticiário recente e vendo as coisas incríveis que têm acontecido, principalmente no que se refere a nossa região Amazônica, me dei conta de uma coisa: A corte do Sr. presidente também tem um BÔBO que realmente tem se mostrado muito engraçado (porque o que ele fala só pode ser piada, se não for, parece...) e, senhoras e senhores este cidadão é..... tcham, tcham, tchammmmmmmmmm.... O MINISTRO DO MEIO AMBIENTE!
quarta-feira, 3 de junho de 2009
João Publicou com muita propriedade…
Amazônia pra quem?
MP 458 foi aprovada pelo senado! Acompanhem tudo pelo site do senado.
às 22:40 0 comentários
Links para esta postagem
MP 458/2009
Assisto ainda a tal discussão que mencionei na mensagem abaixo. Vejo o Senador José Nery (PSOL-PA) falar sobre a questão dos módulos fiscais. Ele menciona os módulos fiscais, cuja medida provisória propõe a legalização de posses até 15 módulos fiscais. Isso é tomado como uma unidade fixa.
ALERTA:módulo fiscal varia de região para região. Só no Estado do Pará, tem região cujo módulo fiscal é de 25ha, em outras é de 100ha, já noutras o módulo fiscal é de 75ha.
Portanto, 15 módulos fiscais, dependendo da região sobre a qual se aplique, varia muito a área a qual se está regularizando.
Um outro alerta: não fiquem os senhores senadores pensando que não conhecemos as nossas áreas e as nossas unidades. Usem de outros argumentos, mas jamais com base em uma unicidade a qual não existe.
às 19:17 0 comentários
Links para esta postagem
Regularização fundiária de terras públicas da União na Amazônia
Assistindo a discussão sobre o PL de Conversão 9/2009, que dispõe sobre a regularização fundiária na Amazônia Legal (MP 458/2009) me dou conta dos números mágicos pronunciados pelos senhores senadores da República. Indicam percentuais de que 72% das terras a serem regularizadas como pertencentes a grileiros. Ora, se ninguém sabe quem ocupa as terras da Amazônia, como é que os senadores têm esses valores?
É um fato que nem estados nem a União sabem qual terra pertence a quem. Imagine se sabem quem ocupa essas terras. Imaginem que foi criado o cadastro nacional de imóveis rurais, foi criado o Cadastro Ambiental Rural no estado do Pará justamente porque ninguém sabe quem está ocupando terras e muito menos o espaço ocupado por cada propriedade. Tudo isso foi criado especialmente para podermos ter uma noção, pelo menos na forma auto-declaratória, do perfil da nossa ocupação, na tentativa de se fazer o ordenamento ambiental da região.
Agora, me assusta, e creio que deva assustar tantas outras pessoas, a forma fácil com que se pronunciam números sobre o nosso território quando as instituições não sabem quem são assentados, se ainda ocupam o mesmo lote de terra recebido, e muito pior ainda, eles têm o perfeito conhecimento da venda constante de terras recebidas pela atual modalidade de reforma agrária, que por sinal é crime.
Ora bolas, senhores senadores, coloquemo-nos com a cabeça sobre os pés e nunca ao contrário. Imaginar que o brasileiro não conheça mais o território onde vive e que não tenha mais a capacidade de acessar qualquer informação pela internet é até mesmo subestimar as vossas inteligências.
Amazônia pra quem?
ESTADO DE CARAJÁS (JÁ)
Vivemos um momento bastante interessante aqui no Sudeste do Pará... Hoje (quarta, 03/06/09), o Senado Federal através da Comissão de Constituição e Justiça – CCJ, APROVOU o PDS 52/07 de autoria do Senador Leomar Quintanilha o qual dispõe sobre o Plebiscito acerca da criação do Estado de Carajás... Vamos subindo degrau a degrau...
A seguir o link que noticia o fato (Fonte: Agência Senado):
http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=64583&codAplicativo=2¶metros=carajas
Aqui, o link que acompanha o andamento na Câmara dos Deputados:
http://www2.camara.gov.br/proposicoes
Na Câmara, rola o Projeto de Decreto Legislativo Nº 159-B de 1992, do deputado Giovanni Queiroz (Dispõe sobre a realização de plebiscito para a Criação do Estado do Carajás, nos termos do artigo 49, inciso XV da Constituição Federal), que pode ser visto na íntegra em:
http://www.estadodocarajas.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=24&Itemid=30
Vamos conseguir! Que venha o Estado novo com muito progresso e oportunidades para todos da região...
Ministro x Senadora
Nos últimos dias, quem pode através da internet ou ainda, da TV Senado, testemunhou uma enorme “briga”, briga daquelas de arrancar cabelo (por parte do Exmo Ministro) e arranhar a cara (por parte da Senadora). Para o Sr. Presidente, as brigas dos seus ministros soa apenas como “brincadeira de crianças longe do pai”. Para a opinião pública, dificilmente se terá alguma impressão do assunto, pois quase ninguém nesse país tem acesso a informação que não seja a veiculada nas grandes emissoras de televisão, e esses veículos dificilmente entram no mérito da questão.
Sinto, realmente, no fundo do meu coração, um grande desânimo e ao mesmo tempo muita vontade. Vontade de contribuir para o crescimento da região e por conseguinte, do Brasil. Contudo, quando vejo um Ministro de Estado na Marcha pela Maconha (nada contra a planta), utilizando-se de palanques para “vestir camisas” que sabem-se lá se realmente são dele, ou ainda, aplicando multas nos rincões desse País, para pessoas que nunca viram o estado presente eu me faço a seguinte pergunta: Quem está errado? Eu que vivo aqui e sei dos inúmeros problemas e ausência do estado na região ou um almofadinha de colete colorido que acha que é o supra-sumo da mídia? Sinceramente, não sei... Mas isso é apenas uma de muitas das minhas reflexões e as vezes angústias...
Gostaria de deixar aqui nesta postagem dois links que acho extremamente interessantes. Os mesmos referem-se a uma “briga”, citada no começo desse texto e que envolvem um Ministro e uma Senadora. O Ministro já foi um pouco qualificado e a Senadora aparentemente é uma mulher forte que tem convicção de suas falas e do que defende. Cito os dois porque quando um fala refere-se ao outro e vice-versa. O fato é que isso gerou uma grande polêmica e eu acho nesse caso, cada um deve ter a oportunidade de ver (e ler) os fatos e tirar suas próprias conclusões.
O link a seguir reproduz parte de uma fala do Ministro na qual chama alguns brasileiros (que contribuem bastante ara o crescimento do país) de vigaristas...
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u572789.shtml
(trecho da fala do Ministro no “grito da terra”)
O link a seguir reproduz a fala da Senadora em plenário do Senado dia 02/06 (ontem, terça-feira) e é de certa forma, uma resposta ao Ministro.
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/plenario/sessao/disc/listaDisc.asp?s=087.3.53.O
(Click na pasta a esquerda: Kátia Abreu às 18:24h)
Bom, leiam e tirem suas conclusões...